
Segundo Deleuze e Guattari, as multiplicidades são a própria realidade, não há uma unidade, nem uma totalidade e tampouco remetem ao sujeito.
Pensando dessa maneira como agimos, o que fazemos, o que pensamos é e sempre será uma mera e singela visão parcial das coisas. O que lamentavelmente é uma bosta... Entretanto se associados a mais, expostos e unidos talvez consigamos alcançar uma gama maior de multiplicidades do que sozinho.
E toda vez que uma multiplicidade se encontra presa numa estrutura, seu crescimento e desenvolvimento é compensado por uma redução das leis de combinação.
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